segunda-feira, 28 de março de 2011

Sem rodeios (nem vergonha) =/

Eu : dói-me o rabo porque estou alapada na cama

com o pc ao colo

embora tenha uma almofadinha por baixo

preciso de uma massagem ao rabo sff


Ele: :(

anda ca


Eu: vou?

ohhhh a cp está de greve

acho que temos de adiar :/


Ele: :(

amanha vou eu a ti


Eu: ui

vens a mim?

e que tal...

...vires-te comigo?

:p

domingo, 20 de março de 2011

Vê se voltas, sim?

Reconheço esta sensação, de ter saudades que não quero ter.
Há uma distância entre nós, natural (que se deve à distância física temporária que temos neste momento). Essa distância traz-me porém uma vertigem enorme: vestígios da experiência de uma distância instalada entre duas pessoas que não teve retorno.
Não quero, não quero! Sei de experiência que é (quase) indiferente a minha vontade (se esta distância se instala, a minha vontade pode adiar o inevitável, mas não impedi-lo), mas bolas... não quero.
Tenho esperança que seja apenas a vertigem. Espero que seja o meu medo a agir e não a realidade.
Falta... Faltas-me. Volta depressa.


(As vezes tenho vontade de agarrar nos meus próprios colarinhos e dar uma boa sacudidela. A ver se acordo e deixo de ser tão "minhoquinhas" =p )

segunda-feira, 14 de março de 2011

Sincronias

A: tas?

Eu: sim
pijama

A: pijama?

Eu: estava a avisar-te que estava a vestir o pijama
lol

A: ah
é pq tinha acabado de vestir o meu
lol

Eu: Sincronias... =)


(É cósmico :p )


Politiquices

Não gosto muito de opinar com muita convicção nestas matérias. Até porque sei muito menos do que gostaria acerca de política, e porque tenho presente quase sempre que todas as moedas têm, pelo menos, duas faces.

Porém, um destes dias e sem aviso prévio, surgiu-me um pensamento interessante:

Temos de ter paciência relativamente às medidas de austeridade, é verdade. Mas também é verdade que há quem não tenha dinheiro para ter paciência.

It's complicated.

segunda-feira, 7 de março de 2011

Constatação.

Nem toda a gente tem paciência para mim.
Às vezes, eu não tenho paciência para pessoas que não têm paciência para mim.

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Hoje perguntaram-me: "Tens facebook?"

Hoje uma colega perguntou-me se eu tinha facebook.

À primeira vista parece simples, porém a resposta a esta pergunta não é assim tão linear.

Well, well, well... porquê?! Porque... dizer não implica (evidentemente!) mentir. E dizer sim implica, eventualmente, ter de dizer ou fazer entender que não a quero adicionar no facebook.

A verdade é que eu sou muito teimosa, detesto fazer fretes (e só os faço quando sou MESMO obrigada a tal) e tenho muita fé na Humanidade. Daí resulta que eu acho que posso dar-me bem com a minha colega (e dou!) e que isso não tem de ser incompatível com a minha vontade de não a incluir no facebook (salvaguardando, claro, que não lhe direi isso de forma rude e que este acto não a deprecia face a outras pessoas pelas quais tenho a mesma consideração).

Quando ela perguntou: "Olha lá, tens facebook?", eu respondi: "Sim, tenho."

Ela não fez mais questões e eu, fazendo uma mudança estratégica de assunto (que é como quem diz, desconversando), dei a entender que não faço questão de a adicionar aqui ao estaminé. E... continuamos a dar-nos bem, e ela sabe que pode continuar a contar comigo, ainda que não a tenha no meu facebook.

Além do facto de já achar "mau" que as pessoas, algumas pessoas, levem muito a peito coisas como o acto de não as adicionar no facebook ou o acto de não querer dar o meu endereço de msn (em vez de o dar e depois bloquear), começo também a preocupar-me com a quantidade crescente de pessoas que conheço que precisa que as adicionem no facebook, msn ou que reenviem aqueles emails-corrente (horrorosos, quanto a mim), como "prova" de amizade.

Acham-me meio estranha, eu sei. Mas (e ainda quanto à minha colega) continuo a achar que:

1. os meus colegas não têm de ser forçosamente meus amigos;

2. isso não implica que não possam contar/desabafar/desanuviar comigo (porque podem!! E sabem :) )

3. Não tenho a obrigação de fazer sempre fretes só porque se não os fizer parece mal (pronto, mas toda a gente sabe que, de quando em vez lá tem de ser... Agora é mesmo quando tem MESMO de ser).

4. Gosto de ser honesta (sempre que posso :p ) e de acreditar no ditado que diz que "quem diz a verdade não merece castigo". E, antes de mais, gosto de ser honesta e respeitosa comigo mesma.

PS. Yahp, também meto o pé n'argola... Como todos os comuns mortais ;)

E depois da fase inicial da dita "limpeza"...


... Sinto-me assim :D