quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Falta-me coragem.

A bem dizer, não tenho tomates para acabar com as pessoas que tenho na minha lista de contactos e que insistem em nada dizer. Nada, nadinha, não dão nada de si, não se dão.
E falo eu, que sei o que é ser bichinho do mato...
Há pessoas que, verdadeiramente, não me ligam nenhuma. E nas quais tenho interesse (damn!).
E... ando há que tempos para fazer uma "limpeza" na minha lista de contactos, mas não tenho tomates.

AINDA não tenho tomates (ah, mas vou ter! :p )

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

É hoje.

Não acabou, este blog.
Foi uma longa pausa, é verdade, e muito aconteceu desde o meu último post. Muitas coisas muito boas, maioritariamente.
Falta de tempo, falta de hábito, falta de disponibilidade, falta de chá... sei lá!

Tenho vindo aqui de quando em vez, apenas de visita, sorrateiramente. Com medo de voltar e escrever, mas com uma vontade incrível de revisitar pedacinhos de momentos que aqui fui deixando.

Voltei. A medo.
Medo, medo... Já mencionei o medo duas vezes. Mas medo de quê?!
Medo de descobrir que não sou mais capaz de me expressar daquela forma, como antes. Medo de... =) Medo de perceber que mudei, qualquer que tenha sido essa mudança.


Um dia destes, encolho os ombros num "whatever", tomo balanço, vou ao meu blog e recomeço a escrever.
Hoje foi o dia. =)

domingo, 1 de agosto de 2010

Lamechices e outras coisas que tais (mas tinha que as escrever…)

Acabou apenas quando tive a certeza.

Não quis que sobrasse réstia de dúvida acerca do quão certo era o que estava prestes a fazer.

Desta forma, quando acabei aquela relação já tudo estava acabado, morto. E o luto estava também ele feito.

Foi essa a principal razão pela qual, tão rápida como surpreendentemente, uma nova primavera surgiu, tão pouco tempo após aquele fim.

Confesso que foi estranho, não o esperava tão rapidamente. Acabei para ficar sozinha. Foi inesperado e assustador.

Mas também foi calmo, diferente. Não foi uma coisa abrupta, turbulenta, assolapada, é algo tranquilo. É uma onda de bem-estar que me envolve e conforta.

Acalma-me e não me tira o que sou. Isto é, continuo a ter a minha individualidade ao mesmo tempo que partilho o meu mundo e que aceito o mundo do outro.

Sinto que estamos ao mesmo nível, em vários assuntos. Que nos complementamos. Tenho medos, claro que tenho, mas vou vivendo cada momento calmamente.

 

Acima de tudo, hoje, mais que um namorado, tenho um companheiro.

domingo, 16 de maio de 2010

Pensamento Sequencial

1. Vou mais cedo.

2. De propósito.

3. Espero que lá estejas.

4. (Tardio) Se não estiveres, azar.

 

Mentira. Tu sabes, eu sei. Nós sabemos.

Acabou.

Time of death: 9:47 PM

Foi tal e qual como uma morte.  Foi uma morte.

Anunciada para mim, súbita para ele.

Devia ter prestado um pouquinho mais de atenção. Ainda mais com tudo o que lhe disse, com tudo o que aconteceu, todos os sintomas.

Gosto. Não deixei de gostar: acontece é que deixou de ser algo que podia ser para sempre e, assim sendo, deixou de fazer sentido.

Guardo todos os pedacinhos do que tivemos, do que fomos, do que partilhámos. Fazem parte de mim. Fazem parte de quem eu sou, e não pretendo esquecê-los nem guardá-los num armário fundo e escuro. Trouxeste-me sol, luz, calor. Trouxeste-me vida, amor… Fizeste por mim algo que nunca conseguirei retribuir.

Por outro lado sinto-me livre. Acho que quando surgiu o nós, eu fui esquecendo o eu. E agora reencontrei-o. Um Eu bonito e lustroso, cheio de potencial.

 

Outra coisa… Foi o meu primeiro amor. E acho mesmo (mesmo, mesmo!) que nunca mais vou gostar de ninguém como gostei dele.

1.Porque em tempos gostei muito, mas muito mais dele do que de mim. E espero que nunca mais tal coisa se repita,

(Não é saudável... Dar a vida por alguém que se ama é… é exactamente aquilo que é, e que eu não consigo qualificar. E não há mal em amar mais os outros do que a nós, algumas vezes. O problema é quando nos amamos sempre pouco a nós próprios e vivemos permanentemente num estado em que outro importa sempre mais do que nós. 

Quando comecei a gostar de mim e a respeitar a minha pessoa, percebi que a razão principal pela qual eu gostava dele era porque ele gostava de mim. Praticamente tudo o resto foi ignorado. Agora sinto-me no direito de querer algumas particularidades na pessoa que acolherei como companheiro. E ter algo que não seja tão-somente (e não querendo retirar-lhe a importância que tem), porque o outro gosta de mim)

2. Porque vai sempre ser diferente. Há coisas que não se repetem, há muitas coisas que pertencem apenas a nós. Para sempre.

Claro que mais acontecerá, Haverão coisas melhores e coisas piores. Semelhanças e diferenças… Mas não procuro a relação que tive, procuro precisamente uma diferente. Nem melhor, nem pior: diferente.

sexta-feira, 16 de abril de 2010

Hoje, agora…

… medo de ficar sozinha.

Cobarde?

Humana.

terça-feira, 6 de abril de 2010

É assim mesmo

Vai vergar sem partir…

…porque eu quero!